sexta-feira, 25 de maio de 2012

RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA PORTUGUESA


A Restauração da Independência Portuguesa coloca um ponto final na Dinastia Filipina (1580-1640), acaba a União Ibérica.

Ver mais sobre:
1) D. João IV;
2) D. Filipe III, de Portugal (D. Filipe IV de Espanha); 
3) Revolta do Manuelinho (Évora, 1637);
4) Guerra da Restauração;
5) Dinastia de Bragança;
6) Sebastianismo.

sábado, 19 de maio de 2012

quarta-feira, 16 de maio de 2012

O Tratado de Tordesilhas - 1494 A Divisão do Mundo



O Tratado de Tordesilhas foi celebrado entre D. João II, rei de Portugal, e os Reis Católicos (Isabel e Fernando), a 7 de junho de 1494, em Tordesilhas, perto de Valladolid, em que se fazia uma divisão do mundo em duas zonas de influência, uma portuguesa, a outra espanhola.

Saber mais, aqui, aqui  e aqui.

domingo, 13 de maio de 2012

A Conquista de Lisboa aos Mouros em 1147


Painel de azulejo evocativo da Conquista de Lisboa aos Mouros em 1147, por D. Afonso Henriques.
Esta painel está localizado no exterior da Igreja de Santa Luzia, em Lisboa.

Detalhe do painel...

Quem ajudou o rei D. Afonso Henriques nessa conquista?
Quem chefiava as forças muçulmanas da Al-Ushbuna (Lisboa para os muçulamos)?
Quantos soldados combateram dos dois lados?
Como foi possível a conquista?

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Vida nos castelos - Idade Média

Vida nos castelos - Idade Média

Vida Quotidiana nos Mosteiros

A vida quotidiana nos mosteiros.
aqui.

Sociedade Medieval Portuguesa

Ainda que não se possa falar de feudalismo em Portugal no seu sentido mais acabado como noutros países além-Pirenéus, não se poderá deixar de classificar de "feudal" a sociedade medieval portuguesa. Se o não era na plenitude, era-o estruturalmente e em termos teóricos. No plano estrutural, compunha-se essencialmente dos três grandes segmentos típicos da sociedade feudal: nobreza, clero e povo, englobando também as minorias étnicas (Judeus, Muçulmanos e estrangeiros). Por outro lado, a sociedade medieval portuguesa apresentava também formas feudais típicas, bipolarizadas pela existência dos senhores e dos trabalhadores, estes muitas vezes reduzidos à servidão.Os senhorios eram de dois tipos, essencialmente: laicos (honras e reguengos) e eclesiásticos (coutos). Os proprietários destes senhorios (os senhores) detinham a autoridade plena e jurisprudência própria nos seus domínios e servidores, assumindo-se como autênticos poderes locais quase sempre em rota de colisão com as pretensões centralizadoras dos monarcas. Estes tinham também os seus próprios senhorios, os reguengos, com servos e trabalhadores próprios.Quanto aos trabalhadores, estes tinham várias categorias, que se agrupavam em dois tipos essenciais: os livres e os não-livres.

Fonte:  http://www.infopedia.pt  (excerto, ver texto completo aqui)

domingo, 29 de janeiro de 2012

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

sábado, 21 de janeiro de 2012